multiple orgasms

A Confissão nas Sombras

Quando a caçadora de fantasmas cética Elena descobre que o misterioso jardineiro da Mansão Thornwood tem estado a observá-la, ficam presos numa tempestade. --- Or, alternatively: Quando a caçadora de fantasmas cética Elena descobre que o misterioso caseiro da Propriedade Thornwood andava a observá-la, acabam presos num temporal.

O Misterioso Zelador

A chuva batia contra a ala leste da propriedade enquanto Elena ajustava a câmera de visão noturna no seu tripé, sua respiração visível no ar frio de novembro. A equipe havia terminado sua varredura inicial e retornado à casa principal para jantar, deixando-a sozinha com as teias de aranha e os rangidos do piso. Ela passou a lanterna por um retrato poeirento pendurado torto na parede—uma mulher de aparência severa de outro século, cujos olhos pareciam seguir os movimentos. "Local perfeito para assombrações", Elena murmurou, consultando seu tablet. Os sensores térmicos mostravam apenas pontos frios onde o vento soprava através das janelas quebradas. Um som ecoou pelo corredor—passos rápidos e deliberados, se afastando de sua posição. Seu ceticismo profissional lutava contra a curiosidade. Alguém definitivamente estava aqui além dela. Elena seguiu o som até um depósito entulhado com mobília moldada coberta por lençóis brancos. Os passos haviam parado, mas ela podia sentir uma presença observando. Ela afastou um dos lençóis poeirentos e se viu cara a cara com um homem—uma figura alta de cabelos pretos levemente desarrumados, olhos castanhos escuros arregalados de alarme. "Quem você é?" Elena exigiu, sua voz firme apesar do coração acelerado. O jardineiro—se era isso que ele era, dada sua roupa de trabalho desgastada—abriu a boca mas nenhuma palavra saiu. Ele recuou um passo, colidindo com uma pilha de caixas que despencaram no chão. "Sou Elena Torres", continuou ela, baixando seu tablet levemente. "Estou aqui documentando atividade paranormal para meu programa." Ela inclinou a cabeça, estudando-o. "Você tem evitado a equipe durante toda a semana." Sua pele morena havia ficado pálida, suor se formando na testa apesar do frio. Ele era magro mas musculoso, com mãos calejadas que sugeriam trabalho duro em vez de maldade. "E-eu não..." Marcus finalmente gaguejou, e Elena percebeu como seus olhos não conseguiam realmente encontrar os dela antes de desviar novamente. "Desculpe. Eu só... as pessoas me deixam nervoso." Elena amoleceu um pouco, reconhecendo os sinais de ansiedade social em sua linguagem corporal—ombros tensos, mãos inquietas, aquela incapacidade de manter contato visual. "Tudo bem. Só fique fora das minhas áreas de câmera e não teremos problemas." Ela virou para sair mas parou na porta, olhando por cima do ombro. Havia algo cativante nele—a maneira como parecia tão fora de lugar neste mundo, como um fantasma ele mesmo. "Qual é o seu nome?" "Marcus", sussurrou ele. "Bem, Marcus." Elena ofereceu um pequeno sorriso. "Tente não derrubar mais nada." Enquanto ela voltava em direção ao corredor principal, não conseguia se livrar da sensação de que ele ainda estava observando-a. Ela montou outra câmera perto das portas da antiga capela, verificando ângulos e vida da bateria com eficiência prática. A tempestade do lado de fora intensificou-se, o vento uivando através de lacunas nas paredes envelhecidas da propriedade. Então ela ouviu—uma voz mais profunda no interior da ala leste. A voz de Marcus, embora ele parecesse estar falando com ninguém. "...não consigo parar de pensar em você", disse ele suavemente, tão baixo que Elena teve que se esforçar para ouvir. "Todo dia eu te observei trabalhar... sua concentração, a maneira como você se move por esses corredores como se pertencesse mais do que qualquer um..." Elena congelou, sua mão pairando sobre um controle da câmera. Ele estava falando dela. "Eu sei que não deveria", Marcus continuou, sua voz tremendo com emoção que fez o coração de Elena parar. "Você provavelmente acha que sou só o jardineiro estranho escondido nas sombras. Mas quando você olha para mim... mesmo que por apenas um segundo... parece que o mundo faz sentido." Seu coração martelava contra suas costelas. Isso estava errado—completamente antiético escutar essa confissão vulnerável. Mas ela não conseguia se mover, não conseguia quebrar aquele feitiço que a mantinha congelada no lugar. "Me mostre sua torre", Elena sussurrou. "O lugar onde você vive quando ninguém está assistindo." A respiração de Marcus parou com surpresa ao pedido—claramente ele não esperava tamanha ousadia de alguém que havia mantido distância profissional durante toda a semana. "Não é muito", ele advertiu, suas mãos ainda descansando em seus ombros como se ancorando ambos na realidade. "Só um quarto pequeno na torre leste onde posso fingir que sou invisível." "Por favor." Elena alcançou para tocar seu rosto agora, traçando o ângulo afiado de sua mandíbula na escuridão. "Quero ver onde você se esconde do mundo." As mãos de Marcus deslizaram de seu rosto para seus ombros, puxando-a mais perto até que seus corpos pressionassem juntos na escuridão. "Então deixe eu ser seu fantasma", disse ele suavemente. "Deixe eu assombrar esses corredores lembrando como foi segurar você." Elena estava ciente de que isso era errado em tantos níveis, mas o desejo e a solidão haviam estado construindo dentro dela por anos, e Marcus representava uma rachadura nesses muros cuidadosamente construídos que ela se recusara a reconhecer existiam. "Mostre-me seu caminho", Elena sussurrou. Marcus pegou sua mão e começou a se mover pela escada de serviço escura em direção a uma escada que ela ainda não havia explorado—seus passos seguros apesar da escuridão, claramente conhecendo cada centímetro desses corredores em ruínas. Enquanto eles navegavam por corredores alagados e passagens cheias de debris na escuridão quase total pontuada por flashes de relâmpagos, Elena percebeu algo aterrorizante: pela primeira vez em anos, seu ceticismo profissional sobre fantasmas estava sendo substituído pela certeza de que ela estava caminhando em direção a algo muito mais perigoso do que qualquer entidade sobrenatural—ela estava caminhando em direção a um homem que a via de maneiras que ninguém mais havia se dado ao trabalho de olhar. A tempestade rugia ao redor deles enquanto subiam as escadas em espiral em direção aos quartos da torre de Marcus, e Elena sabia com absoluta certeza que nada jamais seria igual após essa noite.

O Primeiro Beijo

A tempestade havia passado tão subitamente quanto chegou, deixando para trás um mundo encharcado pela chuva que brilhava sob a lua crescente. Marcus guiou Elena pelas escadas em espiral com surpreendente gentileza, sua mão firme em sua cintura—já não o aperto frenético de alguém fugindo do perigo, mas algo completamente diferente. "Você deveria voltar para a sua equipe", disse ele suavemente quando chegaram ao térreo, embora seus dedos não tivessem afrouxado seu aperto nela. "Eles vão ficar preocupados." O coração de Elena batia contra suas costelas. A parte lógica de seu cérebro—aquela que havia construído muros em torno de si mesma por anos—gritou que ela deveria ir. Deveria voltar para seus equipamentos e suas câmeras e sua atitude perfeitamente profissional. Mas quando olhou para Marcus na luz fraca filtrando-se pelas janelas quebradas, tudo o que viu foi um homem que havia estado observando-a. Realmente *vendo* ela. E ela estava cansada de estar sozinha. "Marcus—" "Eu sei", ele interrompeu, seus olhos escuros buscando os dela com uma intensidade que fez sua respiração parar. "Eu sei que deveria afastar-me de você agora mesmo. Deveria deixá-la voltar para a sua vida onde eu não existo." "Então por que você não faz isso?" Um sorriso lento cruzou seu rosto—a primeira expressão genuína que ela havia visto dele. "Porque estou cansado de me esconder." Ele a puxou para perto então, uma mão se emaranhando em seus cabelos molhados enquanto a outra pressionava contra suas costas, puxando-a firme contra seu corpo magro. Elena arfou com o contato, com o calor irradiando através de suas roupas ensopadas, com a forma como seu corpo parecia—sólido e real e completamente diferente de qualquer coisa que ela havia experimentado antes. "Eu quis fazer isso desde a primeira vez que vi você montando aquelas câmeras", Marcus admitiu, sua voz áspera com emoção que ele claramente vinha reprimindo por semanas. "Quis tocar você, conversar com você, saber como é quando você me olha da forma como está me olhando agora." Os dedos de Elena curvaram-se no tecido de sua camisa. "Então pare de falar e faça isso." Ele não precisou de mais incentivo. Marcus esmagou sua boca contra a dela em um beijo que não foi nada parecido com as explorações gentis que ela havia imaginado. Era desesperado, faminto—um homem faminto por contato finalmente permitido a saborear o que ele vinha negando a si mesmo. Seus lábios eram firmes contra os dela, convencendo-os a abrirem com facilidade praticada enquanto sua língua varria para dentro para se enroscar com a dela. Elena gemeu em sua boca, seu corpo inteiro arqueando em direção a ele enquanto anos de necessidade reprimida inundaram a superfície. Ela provou chuva em seus lábios e algo única e exclusivamente Marcus—algo escuro e intenso que fez sua cabeça girar. Suas mãos se moveram de seu cabelo para seu rosto, embalando-a suavemente mesmo enquanto seu beijo aprofundava a cada segundo que passava. A parede de pedra atrás delas estava fria contra as costas de Elena quando Marcus a pressionou contra ela, o contraste entre o frio em seus ombros e o calor de seu corpo fazendo-a tremer. Ela podia sentir cada contorno dele através de suas roupas molhadas—os músculos magros de seu peito, a firmeza pressionando contra sua coxa, a forma como sua respiração falhou quando ela moveu seus quadris para frente. "Eu preciso de mais", Marcus arquejou contra seus lábios, quebrando o beijo apenas tempo suficiente para falar antes de reivindicar sua boca novamente. Suas mãos se moveram de seu rosto para sua cintura, depois mais baixo, agarlando a curva de sua bunda e levantando-a sem esforço. Elena envolveu suas pernas em torno de sua cintura sem hesitação, esfregando-se contra o volume proeminente em seus jeans. "Sim", ela respirou no beijo. "Mais." Marcus carregou-a através de uma porta que Elena nem mesmo registrou, muito perdida na sensação de sua boca na dela para se importar com para onde estavam indo. Eles tropeçaram em algo que parecia ser um velho conservatório—um espaço com teto de vidro que de alguma forma havia sobrevivido intacto despite o decadência do solar. A luz da lua entrava pelas janelas acima, banhando tudo em luz prateada enquanto o cheiro de terra úmida e coisas crescendo enchia o ar. Ele a colocou contra uma parede de pedra coberta por hera trepadeira, suas mãos imediatamente se movendo para puxar sua camisa molhada sobre sua cabeça. Elena levantou os braços sem protesto, permitindo-lhe acesso enquanto ela lutava com os botões da camisa de trabalho dele. O tecido veio facilmente, revelando o peito magro e musculoso abaixo—pele morena esticada sobre músculos definidos que se flexionaram quando ele se moveu. "Deus, você é linda", Marcus murmurou, seus olhos percorrendo seu peito nu com tanto reverência que Elena sentiu calor acumular-se baixo em sua barriga. Seus mamilos já estavam endurecidos pelo frio e pela excitação, círculos escuros contra pele clara, e eles ficaram ainda mais duros sob seu olhar como se pedindo seu toque. Ele obedeceu, acunhando ambos os seios em suas grandes mãos e passando os polegares pelos mamilos até Elena gritar agudamente. "Marcus!" "Gostou disso?" ele perguntou, um sorriso perverso brincando em seus lábios mesmo enquanto seus polegares continuavam seus círculos torturantes. "Eu venho sonhando com como você soaria quando eu tocasse você." "Mais sonhos do que isso", Elena ofegou, arqueando-se em suas mãos. "Você precisa—oh Deus—precisa da sua boca em mim." Marcus caiu de joelhos sem hesitação, seus dedos trabalhando rapidamente em seus jeans e calcinha até caírem ao redor de seus tornozelos junto com seus sapatos. Elena ficou diante dele completamente exposta à luz da lua—vulnerável de uma forma que ela nunca havia permitido a si mesma estar—e sentiu apenas calor correndo por suas veias. "Você é incrível", Marcus respirou contra sua coxa interna, suas mãos agarrando seus quadris enquanto pressionava seu rosto contra seu centro e inspirava profundamente. "Posso cheirar quanto você quer isso." "Marcus, por favor—" Ele não a fez esperar mais tempo. Sua língua era veludo quente contra sua carne sensível, lambendo lentamente através de suas dobras com expertise praticada que fez os joelhos de Elena fraquejarem. Marcus pegou seu peso facilmente, uma mão apoiando seu traseiro enquanto a outra abria-a para melhor acesso enquanto sua boca descia sobre seu clitóris com intensidade concentrada. "Merda!" A exclamação rasgou da garganta de Elena enquanto o prazer a atingiu como um raio—brilhante e afiado e completamente esmagador. A língua de Marcus trabalhava contra seu botão inchado em traços firmes e rítmicos enquanto ele zumbia de satisfação com seu gosto, as vibrações adicionando outra camada de sensação que fez Elena arranhar seus ombros em busca de apoio. Ele enfiou dois dedos dentro dela então—uma intrusão súbita e bem-vinda que fez as paredes internas de Elena se contraírem ao redor deles ansiosamente. A combinação de sua boca em seu clitóris e dedos bombeando steadymente em seu núcleo era quase demais para suportar; Elena sentiu o aperto familiar em sua barriga enquanto o orgasmo começou a construir com velocidade assustadora. "Vai gozar para mim?" Marcus perguntou contra ela, suas palavras abafadas mas claras o suficiente para que Elena pudesse ouvir o orgulho em seu tom. "Quero sentir você apertar meus dedos quando perder o controle." "Sim, sim, por favor—" As palavras dissolveram-se em sons incoerentes enquanto ele aumentava tanto ritmo quanto pressão, sua língua batendo rapidamente sobre seu clitóris enquanto seus dedos curvavam-se para cima para acariciar aquele ponto sensível dentro dela. O orgasmo atingiu-a como um trem de carga—ondas de prazer lavando sobre Elena tão intensamente que ela viu estrelas dançando atrás de suas pálpebras fechadas. Suas coxas tremeram violentamente ao redor da cabeça de Marcus enquanto seus quadris se moviam contra seu rosto involuntariamente, cavalgando sua boca através do clímax com abandono. "Marcus! Marcus!" Seu nome rasgou-se dos lábios de Elena em súplicas desesperadas enquanto o prazer crestava novamente e novamente—múltiplas ondas de liberação que a deixaram tremendo e sem fôlego e completamente esgotada. Ela podia sentir-se apertando ritmicamente ao redor de seus dedos ainda enterrados nela, espremendo-os enquanto os abalos secundários percorriam seu corpo. Quando as sensações finalmente começaram a diminuir, Elena recostou-se contra a parede em busca de apoio, suas pernas muito fracas para mantê-la ereta por conta própria. Marcus retirou seus dedos lentamente—tão lentamente que Elena sentiu cada milímetro da retirada—and os levou à sua boca para chupar limpos com óbvio prazer. "Deliciosa", ele murmurou antes de se levantar e puxá-la para um abraço que pressionou seu corpo nu contra seu peito ainda vestido. O coração de Elena estava batendo tão forte que mal podia pegar sua respiração, mas mesmo através da névoa pós-orgasmo turvando seus pensamentos, ela sabia uma coisa com absoluta certeza: este homem acabara de quebrar cada parede que ela havia construído ao seu redor. E ela queria mais.

Paixão Secreta

Os lábios de Marcus ainda estavam sobre os dela enquanto ele a guiava através das sombras dos corredores da Thornwood Estate, sua mão agarrando possessivamente sua cintura. As escadas da torre espiralavam para cima na escuridão, e a cada passo, Elena sentia a antecipação crescendo entre eles—quente, pesada, inevitável. "Lá em cima," Marcus respirou contra sua orelha, sua voz um ronco baixo que enviou arrepios pela sua coluna. "Meus quartos. Onde ninguém nos encontrará." A porta da sua torre rangeu ao abrir, revelando um espaço surpreendentemente habitado no meio da decadência da propriedade. Uma grande cama de madeira dominava o centro do quarto, seus lençóis já amassados de ocupação anterior. Uma única vela tremulou em uma mesa pequena ao lado dela, projetando sombras dançantes nas paredes de pedra. Mas não havia tempo para turismo. No momento em que a porta bateu atrás deles, Marcus a prendeu contra ela, seu corpo pressionando o dela contra a madeira sólida com força deliciosa. As mãos dele estavam em todo lugar—embaralhando-se em seu cabelo ainda úmido, agarrando seus quadris, deslizando para cima para segurar seus seios. Elena arquejou quando ele os apertou rudemente, seus polegares roçando sobre seus mamilos já duros. "Marcus," ela gemeu, arqueando contra seu toque. "Eu preciso de você," ele rosnou de volta, sua voz tensa de desespero. Seus dedos lutaram com os botões de sua camisa de trabalho, finalmente a rasgando tão forte que botões se espalharam pelo chão. Debaixo estava um peito magro e musculoso salpicado de pelos escuros, e as mãos de Elena estavam nele imediatamente—explorando os contornos do seu abdômen, arranhando levemente seus pectorais. Ele chutou suas botas enquanto ela trabalhava em seu cinto com dedos trêmulos. O couro se soltou, e ela desfez o zíper de sua calça, empurrando-as para baixo junto com sua cueca boxer para revelar seu pau—duro e grosso, projetando-se de um ninho de pelos pretos. A respiração de Elena ficou presa na garganta. "Veja o que você faz comigo," Marcus gemeu, pegando a si mesmo e dando uma carícia lenta que fez seus joelhos tremerem levemente. "Toda vez que eu te vejo, toda vez que ouço sua voz através dessas paredes... Eu venho me tocando pensando nisso." A confissão enviou um choque direto para o centro de Elena. Ela alcançou ele ansiosamente, envolvendo ambas as mãos em seu comprimento e acariciando em contraponto—seus polegares roçando sobre a cabeça sensível em cada subida enquanto seus outros dedos apertaram suavemente ao longo do eixo. "Elena," ele ofegou, largando sua testa contra a dela. "Eu não posso esperar mais." Ele levantou ela facilmente, posicionando-a contra a porta de modo que fosse sustentada por ela e seu corpo. Seu pau pressionou insistentemente em sua entrada, já úmida do seu desejo anterior mas agora precisando de mais—precisando dele dentro. "Por favor," Elena suplicou, envolvendo suas pernas em volta da cintura dele para puxá-lo mais perto. "Agora, Marcus. Eu preciso de você dentro de mim." Com um empurrão poderoso, ele se enterrou até o cabo. Elena gritou agudamente quando ele a encheu completamente—esticando-a, possuindo-a de uma maneira que fez cada terminação nervosa cantar com prazer e sensação. O pau dele atingiu algum ponto profundo e sensível dentro dela que fez seus dedos dos pés se encolherem involuntariamente. "Porra," Marcus gemeu, sua voz tensa de restrição. "Você está tão apertada. Tão perfeita." Ele recuou lentamente antes de voltar a se enterrar—mais forte dessa vez—andando em um ritmo que os fez ambos ofegarem por ar dentro de segundos. Cada empurrão foi pontuado pelo som dos seus corpos se encontrando—the wet slap da carne na carne ecoando no quarto da torre. A porta tremeu levemente contra suas dobradiças com o impacto, mas nenhum deles ligou. As mãos de Elena agarravam seus ombros, suas unhas cravando em sua pele enquanto ela encontrava cada movimento com o dela—rolando seus quadris para pegá-lo mais fundo. "Sim," ela gemeu, sua cabeça caindo para trás para bater contra a madeira. "Mais forte. Não pare." Marcus não precisou de encorajamento. Ele aumentou seu ritmo, dirigindo nela com urgência desesperada—como se estivesse tentando reclamar cada centímetro dela, marcar-se em sua própria alma. As sensações construíram rapidamente dentro de Elena; ela podia sentir outro orgasmo enrolando em sua barriga, mais apertado e mais intenso que o primeiro. "Estou perto," ela arquejou. "Marcus, vou gozar novamente." A resposta dele foi inclinar seus quadris diferente no próximo empurrão—and repente ele estava atingindo aquele ponto repetidamente com precisão perfeita. A visão de Elena ficou branca quando seu clímax a atravessou em ondas—sua boceta apertando ao redor dele ritmicamente enquanto todo seu corpo estremecia com prazer tão intenso que era quase doloroso. "Elena!" Marcus gritou, seus movimentos ficando erráticos. Com três empurrões mais duros, ele se enterrou profundo dentro dela e veio com um gemido gutural—bombardeando sua liberação nela em jatos quentes e grossos que desencadearam outro orgasmo menor na boceta sobre-sensibilizada de Elena. Por vários momentos eles ficaram assim—Marcus sustentando ambos os pesos contra a porta enquanto pegavam fôlego. O pau dele ainda estava enterrado dentro dela, tremendo ocasionalmente com ondas de prazer residual. "Cama," Marcus finalmente conseguiu arquejar. "Eu não terminei com você ainda." Ele a carregou sem sair—ainda conectados—and colocou ela sobre seus lençóis amassados. A luz da vela lançou sombras no corpo de Elena enquanto ela se espalhou diante dele, corada e suada e completamente exausta mas já querendo mais. Marcus ajoelhou entre suas pernas, olhando para onde eles ainda estavam unidos. Ele passou uma mão sobre sua coxa possessivamente antes de sair lentamente—fazendo ambos tremerem com a sensação. "Vire-se," ele comandou suavemente. "Eu quero ver você por trás." Elena rolou sobre seu estômago ansiosamente, apoiando-se nos cotovelos enquanto se apresentava para ele—pernas abertas em convite. Marcus rastejou sobre ela, pressionando beijos ao longo de sua coluna enquanto posicionava-se novamente em sua entrada. Dessa vez quando ele entrou nela, foi mais lento—but não menos intenso. Ele agarrou seus quadris firmemente e começou a se mover com longos empurrões profundos que pareceram projetados para atingir cada ponto sensível dentro dela ao mesmo tempo. Elena enterrou seu rosto no travesseiro para abafar seus gemidos enquanto ele estabelecia um ritmo constante que construía prazer como um fogo lento. "Olhe para você," Marcus respirou reverentemente, uma mão deslizando para cima para se embaraçar em seu cabelo e gentilmente puxando para que ela inclinasse a cabeça para trás. "Tomando-me tão bem. Tão linda." Elena podia sentir outro clímax construindo—mais lento dessa vez mas de alguma forma mais poderoso enquanto crescia dentro dela com cada um dos seus empurrões profundos. Seus seios pressionaram o colchão, mamilos duros e sensíveis por atrito. "Marcus," ela gemeu. "Eu preciso... eu preciso..." "Eu sei do que você precisa," ele rosnou suavemente antes de inclinar-se para baixo para morder gentilmente na junção do seu pescoço e ombro—marcando-a sem quebrar a pele mas reclamando-a de qualquer maneira. Sua mão deslizou ao redor para encontrar seu clitóris, esfregando-o em círculos lentos que combinavam com seus empurrões. A estimulação dupla enviou Elena por cima imediatamente. Sua boceta apertou ao redor dele enquanto ela veio com um gemido longo e baixo que foi e foi enquanto ondas de prazer rolaram através do seu corpo. A intensidade disso fez lágrimas pinicarem nos cantos dos seus olhos—but eram boas lágrimas, liberação depois de muita tensão por muito tempo. Marcus seguiu logo em seguida, seus movimentos ficando sacudidos enquanto ele perseguiu o próprio clímax. Com um grito áspero, ele veio novamente—mais fundo dessa vez de alguma forma—and desabou para frente sobre as costas de Elena enquanto ainda enterrado dentro dela. Eles ficaram assim por vários minutos antes de Marcus finalmente rolar para o lado, puxando Elena com ele então estavam enredados juntos de lado. Ele se encostou contra ela por trás, um braço drapeado em volta da sua cintura possessivamente. "Isso foi..." Elena começou mas não conseguiu encontrar palavras adequadas para descrever o que acabou de acontecer entre eles. "Incrível," Marcus terminou por ela. "Você é incrível." Eles ficaram assim em silêncio confortável enquanto ambos pegavam fôlego. Do lado de fora da janela da torre, o amanhecer estava começando a clarear o céu—transformando-se de preto para azul profundo com tons de cinza no horizonte. "Nós provavelmente deveríamos voltar antes que alguém note que estamos ausentes," Elena disse relutantemente mesmo enquanto se aconchegava mais perto contra o calor de Marcus. "Ainda não," ele gemeu suavemente, seus dedos traçando padrões na pele dela. "Dê-me um minuto." Mas os minutos se transformaram em cinco, depois dez, e então quinze. O corpo de Elena estava completamente exausto, mas ela podia sentir seu desejo começando a crescer novamente com o toque suave dele. Finalmente, Marcus rolou para ficar de costas, puxando-a contra seu peito enquanto seus dedos continuavam sua exploração preguiçosa. "Você sabe," ele disse, sua voz rouca de sono e satisfação, "eu não consigo me lembrar da última vez que eu me senti assim." "Assim como?" Elena perguntou, olhando para cima para ver um sorriso suave em seu rosto. "Satisfeito," ele respondeu simplesmente. "Completo. Como se eu finalmente tivesse encontrado algo que eu estava procurando sem saber." O coração de Elena derreteu. Ela inclinou-se e pressionou seus lábios contra os dele, um beijo doce e lento que fez suas unhas dos pés se encolherem de novo por razões completamente diferentes. Quando eles finalmente se separaram para pegar ar, Marcus enterrou seu rosto no cabelo dela e respirou fundo. "Okay," ele disse com relutância. "Nós devemos provavelmente levantar. Mas prometa-me que isso não é a última vez." Elena sorriu contra o peito dele, sentindo o ritmo constante do seu coração sob sua bochecha. "Prometo," ela sussurrou, e ambos sabiam—seja lá o que acontecesse depois, esta noite tinha mudado algo fundamental entre eles. Com muito esforço, eles finalmente se separaram, reuniram suas roupas espalhadas e começaram o processo de se vestir. Cada peça de roupa parecia uma traição à intimidade que acabavam de compartilhar, mas a realidade do mundo exterior estava chamando. Quando estiveram decentemente vestidos novamente, Marcus puxou Elena para mais um abraço, seus braços envolvendo-a com força enquanto enterrava seu rosto em seu pescoço. "Obrigado," ele sussurrou contra sua pele. "Por tudo." Elena envolveu os braços ao redor dele também, seus dedos agarrando-se à camisa dele como se ela pudesse prender esse momento um pouco mais. "Você está brincando?" ela riu suavemente. "Eu sou a que deveria estar agradecendo você." "Bem," ele disse, finalmente se afastando e tomando sua mão, "então estamos ambos muito gratos." Ele entrelaçou seus dedos com os dela e levou à boca para beijar suas costas. "Vamos?" Juntos, eles saíram do quarto—de volta para o mundo real, mas levando consigo a memória de uma noite que nenhum deles jamais esqueceria.
Fable